Cosmos: A Spacetime Odyssey [CRÍTICA]


Cosmos A Spacetime Odyssey é uma série do gênero cientifico, é a nova versão da série Cosmos de 1980, que foi apresentada por Carl Sagan e atualmente pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson. Neil deGrasse teve sua vida mudada após conhecer Sagan, inclusive, relata o acontecimento no primeiro episódio da série. A história por trás da série é bem interessante, após a morte de Sagan em 1996, sua viúva Ann Druyan tentou convencer diversas produtoras a reviver a série sem sucesso, Neil participou desde o inicio do projeto. Passou-se anos até que Seth Macfarlane adotou a ideia, Seth é comediante, criador de Family Guy e American Dad, diretor e roteirista de Ted e de Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola. Quem diria que Seth se interessa por ciência? Com seu dinheiro e influência conseguiu a aprovação do programa na Fox.




A Nave da Imaginação percorre o Universo e a Terra no passado, no futuro e nos dias atuais permitindo uma visão muito ampla de vários ramos da ciência, não só a astrofísica, o que é importante ressaltar. A série cita diversos cientistas tais como Albert Einstein, Issac Newton e outros menos conhecidos do público como Edmond Halley. A série desperta grande curiosidade, dando uma certa sede de conhecimento a cada episódio. Começa com uma narrativa mais simples no primeiro episódio e vai se aprofundando já a partir do segundo, o que requer atenção total. 




O segundo episódio Coisas que as Moléculas Fazem aborda a Evolução, começando pela seleção artificial, explicando a origem dos cachorros a partir dos lobos selvagens e depois aborda a seleção natural e os vários eventos de extinção em massa pelo qual a Terra passou. Já no terceiro episódio Quando o Conhecimento Venceu o Medo trata-se da capacidade humana de reconhecer padrões, desde o inicio o Homem busca entender a natureza, ele explica sobre os cometas, que os povos antigos acreditavam que significavam mortes, pragas, má coleita e coisas ruins em geral. A principio a humanidade sempre justificava as coisas que não entendia como algum tipo de obra divina e vemos que vamos evoluindo aos poucos e encontrando explicações cientificas. Vemos também a idade da Terra, que é aprofundado no próximo episódio Um Céu Cheio de Fantasmas, descartando a ideia louca que possui apenas cerca de 6 mil anos. O que vemos no céu estralado são fantasmas das estrelas há muito tempo extintas e a partir disto ele nos fala da luz e da distância e de como medi-la. E, ao longo dos episódios, Tyson aborda diversos temas que irá expandir seus conhecimentos e o fará enxergar além do habitual. 



É uma série altamente recomendável, do tipo que eu gostaria que toda a população da Terra assistisse. Apresentada com extrema maestria por Neil, que me fez sentir primeiramente tão pequena perto desse Universo infinito e maravilhoso e depois tão grande, por fazer parte disso tudo. Uma verdadeira obra de arte do conhecimento e do autoconhecimento. Como eu gostaria de ter aprendido dessa forma na escola, a maioria das pessoas tem uma visão tão pequena do Universo, do que somos e de onde viemos. Enfim, sem mais delongas hahahaha.



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CONVERSATION

4 comentários:

  1. Tem disponível em algum site com legenda? Se tiver seria legal vc colocar o link.
    Tem post novo no meu blog, acesse: www.makeupmaker.com.br/blog
    Beijos

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    1. Na verdade eu assisto pelo Netflix, mas, acredito que deve ter em outros sites sim! Eu sei que tem no Youtube, inclusive dublado, pra quem preferir e talssss. Acessarei hahahha.
      Bjaumm

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  2. Oi Gab!
    Adorei a resenha, como você escreve bem!
    Gosto desse tema e fiquei mais feliz de ver que você assiste pela netflix. Vou começar hoje já.
    Beeeijos e já estou seguindo seu blog no G+ e no face.
    Muito sucesso!
    www.gabistaniak.blogspot.com

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    1. Oiii, adoro ciência, astrologia etc <3 obrigada! Comece mesmo, não vai se arrepender. Valeuuuu, sucesso pra você também :***

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